Reflexões
Reflexão final da unidade1:
Na unidade 1 , aprendemos conceitos muito importantes que nos possibilitaram adquirir muito conhecimento e cultura.
Por genética, definimos por ciência que estuda o processo de transmissão dos caracteres dos progenitores para a sua descendência.
Também ficamos a conhecer os agentes responsáveis pela transmissão das características hereditárias, que são: O ADN, os cromossomas e os genes. Definimos então conceitos e vimos também as componentes e a estrutura do ADN. Continuando o nosso estudo abordamos os genes de desenvolvimento e também falamos da meiose e como ela contribuia para a variabilidade genética. Fomos conhecendo o genoma humano e a importância de certas influências do meio. Isso levou - nos a perceber que os seres humanos são dotados de um sistema aberto, isto quer dizer, que tem liberdade de se evoluir e adaptar - se em determinadas situações ao contrário dos animais, que têm sistema génetico fechado.
Este sistema genético aberto, fez - nos perceber imensas vantagens,a aprendizagem, ao processo de adaptação ao meio, desde a própria criação da cultura tudo isto, foram vantagens que foram trazidas pelo facto do ser humano ser dotado de um sistema genético aberto. Descobrimos assim, que o ser humano é um ser em permanente construção, é um ser gregário, criativo e que através do pensamento busca significado de tudo aquilo que o rodeia.
Pra concluir, a genética trouxe - nos imensa aprendizagem, que nos vai ser útil para o nosso futuro.
Reflexão final da unidade do cérebro:
Através do estudo do cérebro muitos foram os conceitos abordados e apreendidos. Descobrimos que o nosso cérebro tem dois hemisférios, o hemisfério direito e esquerdo e que o direito controla a formação de imagens, as relações espaciais, a percepção das formas, das cores, das tonalidades e o pensamento concreto e que o esquerdo era o responsável pelo pensamento lógico, pela linguagem verbal, pelo discurso, pelo cálculo e pela memória. Também podemos constantar que cada hemisfério é constituído por quatro lobos: frontal,parietal, occipital e parietal.
Também vimos a importância das áreas pré - frontais e para terminar descobrimos que somos seres auto - organizados e que o nosso cérebro funciona como um todo, como uma rede funcional e que é através do processo de lentificação, do nosso programa genético aberto, que nos permite ter uma certa plasticidade cerebral e aprendizagem que nos permitem evoluir ao longo da vida.
Para concluir é esta plasticidade, esta flexibilidade que permite - nos adaptar ao meio mais eficamente e de forma mais criativa e isto é a condição de aprendizagem ao longo da vida.

Reflexão final da unidade da cultura:
Podemos definir o Ser Humano como um ser auto - organizado em interdependência com várias dimensões: específica, sociocultural e individual, com uma história pessoal onde reorganiza permantemente as experiências vividas, estas experiências fazem parte do seu património cultural de significado. Esta auto - organização constante de todos os elementos numa síntese pessoal que constitui a individualidade de cada um , processa - se atrás de um programa genético aberto e de uma autonomia e adaptação própria do ser humano. Nesta unidade definimos conceitos como cultura, aculturação, padrão cultural, diversidade humana e ficamos a perceber melhor como se processa este mecanismo de auto - organização em relação a nós próprios e com os outros.
Reflexão final da unidade das relações precoces:
As relações precoces são o início para a influência do Ser Humano no seu desenvolvimento, quer a nível psicológico quer a nível fisiológico.
Nesta unidade analisamos a relação do bebé com a mãe, a importância das fantasias da mãe face ao bebé. Para mim, como adoro pequerruchos foi um dos temas que mais me agradou e á qual tive a oportunidade de fazer um trabalho sobre isso.
Para concluir é muito importante uma vinculação segura no bebé, temos de ter consciência que eles precisam de muitos cuidados nos primeiros anos de vida e não devemos ignorar as suas exigências, o bebé é um ser ativo que precisa de cuidados e de necessidades básicas.

Reflexão final da unidade das relações interpessoais:
Ao longo da unidade das relações interpessoais levantamos questões como:” o que pensamos dos outros?”, “ Como influenciamos os outros e como somos influenciados?”, “ O que nos leva a aceitar a opinião dos outros?”; “ Como formamos as nossas atitudes? “ Como nos relacionamos?”; “ Qual é a relação entre o que pensamos dos outros e o modo como nos comportamos com eles?”; “ Como se formam os preconceitos?”; “ O que nos leva a sentir atração por algumas pessoas?
Nesta unidade, esclareceremos determinados conceitos, como o conceito de cognição social, impressões, expetativas, atitudes, dissonância cognitiva, representações sociais, etc. Descobrimos que cognição social refere – se aos processos que estão na base da maneira como encaramos os outros e a nós próprios, que as impressões consistem no processo de integração de uma pessoa numa categoria a partir dos dados que obtemos num primeiro contacto ou das informações que nos são fornecidas por outros. Podemos definir, as expetativas como modos de categorizar as pessoas, através dos indícios e das informações, prevendo o seu comportamento e as suas atitudes. Uma atitude é uma tendência para responder a um objeto social – situação, pessoa, grupo, acontecimento – de modo favorável ou desfavorável. Por dissonância cognitiva como um sentimento desagradável que pode ocorrer quando uma pessoa sustenta duas atitudes que se opõe, quando estão presentes duas cognições que não se adequam ou duas componentes de atitude que se contradizem. Também o conceito de representações sociais que se pode definir como o conjunto das explicações, das crenças e ideias que são partilhadas e aceites coletivamente num determinada sociedade e que são produto das interações sociais. Para finalizar, com esta unidade adquirimos um conhecimento sobre as nossas relações com os outros e como isso pode influenciar a nossa vida!
Reflexão final da unidade da mente:
Nesta unidade debruçamos – nos sobre o que é a mente e reconhecemos os seus processos cognitivos, emocionais e conativos. Como processos cognitivos sabemos que estão relacionados com o saber, como conhecimento e que no âmbito destes processos estão a perceção, a memória e a aprendizagem. Os processos emotivos estão relacionados com o sentir, são estados vividos pelo sujeito caracterizados pela subjetividade e no âmbito deles estão, a emoção, o afeto e o sentimento e os processos conativos estão relacionados com o fazer, expressam – se em ações, comportamentos e no âmbito deste processo iremos relacionar conceitos de intencionalidade, tendência e esforço de realização. Descobrimos também, por exemplo, que o pensamento, envolve não só o processo cognitivo, como também o processo emocional e conativo. Também abordamos a definição de cognição e falamos de perceção e do processo percetivo que engloba o estímulo físico, a sua tradução em impulsos nervosos e a resposta á mensagem como perceção. Com o estudo desta unidade também descobrimos que a perceção é vista como uma representação, uma interpretação da realidade. E abordamos a constância de tamanho, a constância da forma e a constância do brilho e da cor. Também constatamos que a perceção está relacionada com as interações sociais e que pode variar de cultura para cultura.
Falamos de memória e diversos tipos de memória e do seu processo que prevê: a codificação da informação sensorial, o armazenamento da informação e a recuperação e utilização da informação no processo de interpretação e ação sobre o meio. Com a unidade do cérebro também podemos perceber que o esquecimento é essencial para a própria condição da memória porque é porque esquecemos que continuamos a reter informações adquiridas e experiências vividas.
Também falamos dos processos de aprendizagem, a aprendizagem associativa, com o condicionamento clássico de Ivan Pavlov e o Condicionamento operante de Rufus Skinner e a aprendizagem não associativa por habituação e sensitização. E também estudamos a aprendizagem por observação e imitação e a de recursos a símbolos e representações. Também nesta unidade falamos das emoções, afetos e sentimentos relacionando estes três conceitos. Para acabar a unidade, falamos dos processos conativos, com a intencionalidade, a tendência e o esforço de realização. Também vimos a Hierarquia de Maslow onde evidencia as necessidades representadas numa pirâmide onde na base estão as necessidades básicas que asseguram a sobrevivência e no topo a necessidade de autorrealização.
Para concluir, esta unidade foi muito importante para percebermos como funciona a nossa mente e tudo o que está por detrás dela. Foi muito interessante poder estudar a mente, embora sendo uma matéria de estudo muito complexa e que engloba muitos conceitos.
Reflexão final sobre a disciplina de psicologia:
Com a psicologia, pude adquirir conhecimentos que até aqui ainda não tinha estudado. É uma disciplina interessante que tenta compreender – nos a nós e aos outros. Que tenta perceber a mente humana, o motivo das emoções, dos comportamentos, que tenta perceber as nossas reações, as nossas decisões e o que nos leva a determinar o rumo da nossa vida. E por isso é que a psicologia é muito precisa na nossa vida e cada vez é mais recorrente um maior número de pessoas frequentarem psicólogos. Muita gente pensa que os psicólogos são só para pessoas com problemas psicológicos, porém não é assim, um psicólogo é alguém que pode aliviar as nossas aflições, alguém a quem podemos desabar os nossos problemas, porém, há diferentes psicológicos que atuam em diversas áreas. Com a psicologia, abordamos assuntos que são do nosso interesse e que nos serão úteis. Falamos da genética, do cérebro, da mente, das relações com os outros e nós mesmos, entre outros assuntos abordados dentro dessas temáticas. Para concluir é uma disciplina desafiadora e que é importante na nossa formação enquanto adultos.







