Glossário
Genética: ciência que estuda o processo de transmissão de caracteres dos progenitores para a sua descendência.
Cromossomas: estruturas que se encontram no interior das células. Constituídos por ADN, ácido desoxirribonucleico, e são os responsáveis pela transmissão da informação hereditária de geração em geração. Estão organizados aos pares.
Cariótipo: Número e forma dos cromossomas. O cariótipo humano é constituído por 46 cromossomas.
ADN: Substância química constituída por quatro substâncias químicas: a adenina (A), a Timina (T), a citosina (C) e a guanina (G).
Código genético: é uma sequência de aminoácidos na molécula de ADN que possibilita a transmissão das características hereditárias.
Genes: são segmentos de ADN organizados em nucleótidos com uma determinada sequência. É um segmento de um cromossoma com um código próprio que contém informação para produzir uma característica determinada.
Genes dominantes: produzem efeitos mesmo que estejam só presentes num dos cromossomas do par,
Genes recessivos - só produzem efeitos quando estão presentes nos dois cromossomas do par.
Genes de desenvolvimento – Planificam a construção do organismo, sendo fundamentais no processo de constituição da espécie e do indivíduo.
Genoma: conjunto de genes que constituem o ser humano.
Meiose: processo de divisão das células sexuais que ocorre durante a fecundação. O número de cromossomas reduz – se para 23, assegurando – se deste modo os 46 cromossomas característicos da espécie Humana.
Variabilidade genética: conjunto de variações genéticas que existem entre os membros de uma população.
Hereditariedade Específica: informação genética que é responsável pelas características comuns aos elementos de uma espécie.
Hereditariedade Individual: corresponde á informação genético que é responsável pelas características de um individuo, tornando – o diferente de todos os outros.
Genótipo: é o conjunto das determinações genéticas herdadas; é a coleção de genes recebidos aquando da conceção.
Fenótipo: conjunto de características observáveis num indivíduo e que resultam da interação do genótipo e do meio.
Preformismo: é a teoria segundo a qual o embrião se desenvolve segundo as potencialidades preexistentes no ovo. É uma teoria que privilegia os fatores genéticos do desenvolvimento.
Filogénese: conjunto de processos biológicos de transformação que explicam o aparecimento das espécies e s sua diferenciação.
Ontogénese: designa o desenvolvimento, a modificação do indivíduo, desde a fecundação até á morte.
Lei da Recapitulação – Defende que o desenvolvimento do indivíduo depende apenas dos fatores biológicos.
Neotenia: inacabamento biológico do ser humano ao nascer, o que implica que a infância humana seja tão longa: o processo de desenvolvimento continua após o nascimento.
Células gliais – fornecem os nutrientes aos neurónios, controlam o seu desenvolvimento. Têm funções importantes no desenvolvimento e na comunicação cerebral.
Comunicação nervosa: consiste em transmitir mensagens de um grupo de neurónios para outro grupo.
Sinapse – Zona de interação entre neurónios.
Fenda sináptica – espaço compreendido entre os neurónios.
Lobos occipitais – São processados por estímulos visuais que previamente passaram pelo tálamo.
Lobos temporais – processam os estímulos auditivos: os sons são recebidos na área auditiva primária e interpretados na área secundária ou de associação.
Lobos parietais – São constituídos por duas zonas. Na zona anterior, a área somatossensorial recebe os estímulos que vêm do ambiente, produzindo as sensações de temperatura, de dor, do tato, etc. As zonas mais sensíveis do corpo são as que ocupam mais áreas no córtex. Na área secundária, as informações recebidas são analisadas e interpretadas, possibilitando – nos, por exemplo, o reconhecimento dos objetos através do tato.
Lobos frontais – correspondem a cerca de 1/3 do volume total do cérebro, desempenham um conjunto de funções que, pela sua importância, levam a que muitos autores os considerem ser “ a sede da humanidade”.
Córtex motor – é responsável pelos movimentos dos músculos.
Área de broca – responsável pela linguagem falada, pela produção de discurso.
